Na última quinta-feira (18), o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) comentou sobre a nova fase da Operação Compliance Zero, que investiga seu colega de Senado, Jaques Wagner (PT-BA). Durante um evento em São Paulo, Flávio afirmou que a operação é um “alento” e destacou que Wagner, líder do governo Lula no Senado, é um dos alvos das investigações, que envolvem suspeitas de recebimentos de valores do Banco Master por meio de uma empresa ligada à esposa de seu enteado, além de um apartamento de R$ 2,5 milhões.
Flávio busca desvincular sua imagem do escândalo do Banco Master, que ganhou repercussão com a revelação de áudios onde ele aparece pedindo dinheiro para um filme sobre seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro. As investigações apontam que cerca de R$ 61 milhões podem ter sido enviados ao exterior para financiar essa produção. Além disso, o senador fez uma defesa da reclassificação de facções criminosas, como o Comando Vermelho e o PCC, como organizações terroristas, seguindo um modelo adotado nos Estados Unidos.
O evento, realizado no Teatro B32, contou com a presença de outros políticos, como o senador Sergio Moro (PL-PR) e o deputado Guilherme Derrite (PP-SP). Os participantes discutiram propostas para aumentar o número de presídios e implementar medidas de segurança pública inspiradas em modelos de outros países. Flávio também mencionou temas polêmicos, como a castração química de estupradores e a redução da maioridade penal.
Para quem deseja acompanhar as discussões sobre segurança pública e outros temas políticos, é possível acessar as sessões do Senado pelo site oficial e ficar de olho nas audiências públicas. As próximas etapas das propostas mencionadas ainda estão em tramitação e devem ser monitoradas de perto.