Nesta quarta-feira (17), o empresário Paulo Figueiredo comentou sobre a condenação do ex-deputado Eduardo Bolsonaro pelo Supremo Tribunal Federal (STF), ocorrida na terça-feira (16). Eduardo foi sentenciado a quatro anos e dois meses de prisão em regime semiaberto por coação em processo judicial, devido à sua atuação nos Estados Unidos com o intuito de intimidar o Judiciário brasileiro. Figueiredo, próximo ao ex-deputado, disse que essa situação reforça a narrativa de vítima e aumenta a “munição” política deles.
Com a condenação, Eduardo Bolsonaro se torna ficha suja, ficando impedido de concorrer a cargos públicos por oito anos. Além disso, ele terá que pagar uma multa de aproximadamente R$ 150 mil e perderá o cargo de escrivão da Polícia Federal, do qual já estava afastado. Eduardo foi representado por um defensor público, já que não apresentou advogados no momento do julgamento. A defesa de Figueiredo acredita que Eduardo deve constituir um advogado assim que receber a notificação oficial.
Figueiredo também ressaltou que a condenação não muda a trajetória deles, afirmando que a ideia é retornar ao Brasil apenas se Flávio Bolsonaro for eleito presidente. Ele ainda mencionou que a condenação pode ter consequências para outros ministros do STF. Durante o julgamento, o ministro Alexandre de Moraes criticou a desinformação disseminada por Eduardo e Figueiredo, que, segundo ele, teve um impacto negativo na economia brasileira, resultando em tarifas contra produtos do país.
Para quem quiser acompanhar as discussões políticas em Goiás, é possível acessar as sessões da Assembleia Legislativa pelo site oficial e acompanhar as redes sociais dos parlamentares. Documentos e detalhes sobre processos judiciais estão disponíveis nos sites do STF e da Procuradoria-Geral da República. Nos próximos dias, aguarda-se o andamento dos recursos e possíveis audiências públicas relacionadas ao caso.