Recentemente, a primeira-dama Janja da Silva participou de um evento voltado para mulheres evangélicas ligadas ao PT, onde comentou sobre críticas feitas pelo pastor Silas Malafaia. Em um encontro em 2025, Malafaia afirmou que Janja estava conversando com mulheres sem expressão no mundo evangélico, o que gerou repercussão. Ela respondeu, enfatizando a importância de todas as mulheres e ressaltou que a Bíblia deve ser vista sob uma perspectiva feminina, mencionando passagens que destacam o papel das mulheres na fé cristã.
No evento, Janja e outras participantes, como Nilza Valéria Zacarias, tentaram construir uma ponte entre a fé cristã e pautas progressistas. Nilza, que é conselheira da Presidência, destacou que muitas mulheres evangélicas enfrentam barreiras ao se identificarem com a esquerda e que a partidarização dos templos pode afastar fiéis. Ela acredita que os pastores que insistem em um discurso político excessivo podem estar perdendo a conexão com suas congregações.
O diálogo entre essas mulheres evangélicas e o PT busca abordar questões como o combate à violência doméstica, a mortalidade materna e a falta de creches, que são prioridades entre as fiéis. A vereadora em Goiânia, Aava Santiago, também ressaltou a necessidade de focar em temas que realmente importam para as mulheres, como emprego e educação, ao invés de pautas ideológicas que podem afastar a base evangélica.
Para quem se interessa em acompanhar essas discussões, as sessões do PT e eventos similares são anunciados em suas redes sociais. É possível também acessar documentos e propostas através dos canais oficiais do partido. Os próximos passos incluem audiências públicas para discutir as demandas das mulheres evangélicas e o impacto das políticas públicas em suas vidas.