No último sábado (13), dia da estreia do Brasil na Copa do Mundo, vários presidenciáveis deixaram suas campanhas de lado para se manifestar nas redes sociais sobre a seleção. O presidente Lula (PT), por exemplo, pediu que o técnico Carlo Ancelotti incentivasse os jogadores a jogarem com “garra e alma”. Ele gravou um vídeo vestindo a camisa da seleção e fez um apelo para que o time se concentrasse em marcar gols, destacando que acompanha as Copas desde os anos 1950.
No mesmo clima, o senador Flávio Bolsonaro (PL) defendeu Neymar, que não participou da partida contra o Marrocos. Em uma transmissão ao vivo, ele criticou a mídia por, segundo ele, “destruir os ídolos” brasileiros e ressaltou que a cobrança por resultados perfeitos é uma expectativa impossível. O ex-governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), também comentou sobre o jogo, fazendo alusão ao número 13, associado ao PT, e afirmando que “vermelho é perigo”. Ele comparou negociações internacionais a partidas de futebol, enfatizando a importância de encarar desafios de cabeça erguida.
Além disso, o ex-governador de Goiás, Ronaldo Caiado (PSD), apareceu em um vídeo junto com sua esposa, Gracinha, afirmando que “quando Ronaldo entra em campo, decide o jogo”. O presidenciável Renan Santos, do Missão, compartilhou suas previsões para a partida, e Augusto Cury (Avante) aproveitou a oportunidade para criticar os sites de apostas esportivas, ressaltando que, na Copa, todos torcem pelo mesmo time.
Para acompanhar as sessões e debates relacionados ao futebol e outras questões políticas, os cidadãos podem acessar os canais oficiais das instituições, onde também é possível encontrar documentos e informações pertinentes. A agenda de votação e outras atividades políticas seguem em tramitação, com espaços para audiências públicas e fiscalizações.