A seleção brasileira de futebol embarcou para os Estados Unidos sem um meia clássico, aquele camisa 10 que orquestra o jogo. Segundo Carlo Ancelotti, o técnico, essa escolha não foi por acaso. Desde que assumiu a equipe, há um ano, ele percebeu que a melhor forma de atacar seria por meio de roubos de bola e uma pressão alta sobre o adversário. Essa estratégia foi colocada em prática na vitória por 2 a 1 contra o Egito, em Cleveland, no último sábado (6), que foi o último amistoso antes do Mundial de 2026.
Os gols do Brasil saíram de desarmes no campo adversário. No primeiro, Bruno Guimarães pressionou Lashin, que acabou entregando a bola para uma finalização cara a cara com o goleiro. No segundo, após um erro no ataque, Douglas Santos e Matheus Cunha pressionaram e a bola sobrou para Raphinha, que assistiu Endrick para o gol. Ancelotti destacou a intensidade da pressão e saiu do jogo com mais certezas do que dúvidas, elogiando o desempenho da equipe.
Esse estilo de marcação já havia dado certo no amistoso contra o Panamá, onde a seleção goleou por 6 a 2, com um gol de Vinicius Junior logo no primeiro minuto após um roubo de bola. Porém, Ancelotti observou que a equipe estava menos compacta naquele jogo, o que gerou espaços que o adversário explorou. Agora, o técnico busca manter essa disciplina defensiva no próximo desafio, que será contra Marrocos, no dia 13, na estreia do Brasil na Copa do Mundo.
Os torcedores podem acompanhar a seleção através dos canais de transmissão que serão anunciados pela CBF. Ingressos e informações sobre a tabela oficial também estarão disponíveis nos sites oficiais. A expectativa é alta, e a equipe promete trazer um futebol intenso e competitivo.