O PT de Goiás está iniciando pesquisas internas para definir seu candidato ao governo do estado. O processo começa esta semana, em meio a uma situação complicada após a desistência do senador Rodrigo Pacheco (PSB) de concorrer ao cargo. Isso deixou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva sem uma plataforma sólida em Goiás, que é um dos estados mais populosos do país. As pesquisas, encomendadas pelo Grupo de Trabalho Eleitoral (GTE) do diretório nacional, vão avaliar possíveis nomes do partido para liderar a chapa. Entre os cotados estão os deputados federais Reginaldo Lopes e Rogério Correia, além da ex-prefeita de Contagem, Marília Campos, que também é considerada para uma vaga no Senado.
A expectativa do PT é ter uma definição sobre o candidato até a primeira quinzena de junho. Gleide Andrade, tesoureira nacional do PT e pré-candidata a deputada federal, destacou a urgência do processo, afirmando que “não dá para esperar mais, a campanha já está prestes a começar”. O diretório estadual do partido aprovou uma resolução que defende a candidatura própria, especialmente após a recusa oficial de Pacheco. No último sábado, o presidente nacional do PT, Edinho Silva, esteve em Goiás para discutir alianças, mas as conversas não chegaram a um consenso. Ele se encontrou com o ex-prefeito de Belo Horizonte, Alexandre Kalil (PDT), que ainda hesita em formar uma aliança com Lula.
Para acompanhar as movimentações do PT e as próximas etapas do processo eleitoral, os interessados podem acessar os canais oficiais do partido e acompanhar as sessões e reuniões que estão programadas. A expectativa é que novas audiências públicas e discussões sobre a candidatura ocorram nas próximas semanas, conforme o partido busca um caminho claro para as eleições.