Recentemente, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) demitiu Celso Leonardo Barbosa, ex-vice-presidente da Caixa Econômica Federal, que atuava como assessor em seu gabinete. A exoneração ocorreu depois que a Folha de S.Paulo trouxe à tona informações sobre denúncias de assédio sexual contra Celso. Ele recebia um salário de R$ 20,7 mil mensais e foi desligado imediatamente após a divulgação das informações. Flávio declarou que a conduta de Celso era incompatível com as exigências para membros de sua equipe.
Celso Leonardo, que ocupou a vice-presidência da Caixa de 2019 até 2022, foi demitido logo após seu chefe, Pedro Guimarães, que também pediu demissão por acusações semelhantes. Ele firmou um acordo de não persecução penal em que admitiu culpa em um caso de assédio e se comprometeu a prestar serviços comunitários. Além de ser alvo de processos relacionados à falsidade ideológica, Celso também é mencionado em denúncias sobre sua atuação durante viagens a trabalho, onde foi acusado de assédio por uma funcionária da Caixa.
Para quem deseja se informar mais sobre o assunto, é possível acompanhar as sessões do Senado e obter informações sobre denúncias em plataformas oficiais. Os documentos e outros detalhes relacionados ao caso estão disponíveis nos canais da Casa Legislativa. O próximo passo na tramitação do caso ainda não foi definido, mas a atenção do público e da mídia continua alta, uma vez que a situação envolve questões de ética e responsabilidade pública.