May 18, 2026
Política

Datafolha revela que 40% da população reprova o STF em pesquisa realizada em 18 de maio de 2026

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Recentemente, uma pesquisa do Datafolha revelou que a avaliação do Supremo Tribunal Federal (STF) está em um dos seus piores momentos. Realizada nos dias 12 e 13 de

Datafolha revela que 40% da população reprova o STF em pesquisa realizada em 18 de maio de 2026

Recentemente, uma pesquisa do Datafolha revelou que a avaliação do Supremo Tribunal Federal (STF) está em um dos seus piores momentos. Realizada nos dias 12 e 13 de maio com 2.004 pessoas, a pesquisa mostra que 40% dos entrevistados consideram o trabalho dos ministros como ruim ou péssimo. Essa marca é semelhante à registrada em março e também à de dezembro de 2019, quando começou a série histórica. A pesquisa foi registrada na Justiça Eleitoral sob o código BR-00290/2026.

A insatisfação com o STF ocorre em meio a polêmicas envolvendo alguns ministros, especialmente em relação ao caso do Banco Master. O ministro Dias Toffoli, por exemplo, deixou a relatoria de um inquérito após a Polícia Federal descobrir que fundos do banco financiaram um negócio da família dele. Já Alexandre de Moraes foi alvo de críticas por mensagens trocadas que vieram à tona, além de um contrato de sua esposa com o banco em questão. Em comparação com anos anteriores, a rejeição ao STF foi alta em 2019, especialmente após decisões controversas, mas a divisão interna entre os ministros hoje é mais acentuada, com um grupo defendendo mudanças na condução do tribunal.

Se você quer acompanhar o que está rolando no STF, pode acessar as sessões ao vivo pelo canal oficial da corte e ficar de olho nas redes sociais para atualizações. Além disso, denúncias sobre possíveis irregularidades podem ser feitas diretamente no site do tribunal. Para quem quiser acompanhar a tramitação de processos ou audiências, o site do STF disponibiliza documentos e informações sobre a agenda de votação.

Nos próximos meses, o STF deverá passar por discussões importantes, com propostas que podem mudar a forma como a corte lida com questões de imagem e conduta. A expectativa é que haja novas pautas e audiências públicas que abordem essas questões, especialmente sobre a transparência no Judiciário.

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