A AFA (Associação do Futebol Argentino) e seu presidente, Claudio “Chiqui” Tapia, foram formalmente acusados de evasão fiscal nesta segunda-feira, dia 30. Tapia enfrenta sérias acusações de apropriação indevida de receitas fiscais e de fundos da seguridade social, com uma penhora sobre seus bens que chega a 350 milhões de pesos argentinos, aproximadamente R$ 1,3 milhão. A decisão foi tomada pelo juiz federal Diego Amarante, que também bloqueou os bens da AFA e de outros quatro dirigentes, incluindo o tesoureiro Pablo Toviggino.
As denúncias partiram do órgão de arrecadação tributária Arca, que apontou retenções indevidas e falta de pagamento de impostos e contribuições previdenciárias, totalizando cerca de 19 bilhões de pesos, mais de R$ 70 milhões. Em resposta, a AFA declarou que as dívidas não existem e atribuiu a situação à pressão do governo do presidente Javier Milei, que busca modificar a estrutura dos clubes de futebol. Além disso, a entidade está sendo investigada por suposta lavagem de dinheiro, com uma operação de busca realizada em dezembro de 2025, relacionada a transações com uma empresa financeira.
Para os torcedores que acompanham a AFA, a situação promete movimentar ainda mais os próximos dias. A entidade ainda não se pronunciou oficialmente sobre as acusações. Quanto aos jogos e competições, os fãs podem acompanhar as novidades nos canais oficiais da AFA e nas redes sociais da entidade. A próxima partida da seleção argentina está marcada para breve, mas ainda não há detalhes definidos sobre os locais e horários.
Vale lembrar que Tapia, que está na presidência desde 2017, tem um histórico de conflitos com o governo atual. Recentemente, o juiz determinou que ele não pode deixar o país, o que pode impactar suas futuras atividades à frente da AFA. A situação continua em desenvolvimento, e novos desdobramentos podem surgir a qualquer momento.