O futebol tem avançado em alguns aspectos, mas ainda enfrenta desafios em termos de igualdade de gênero. Um exemplo disso é a presença de árbitras em partidas masculinas, algo que se tornou mais comum ao longo dos anos. No Brasil, figuras como Sílvia Regina e Ana Paula Oliveira foram pioneiras na arbitragem feminina nos anos 2000, enquanto Léa Campos já desbravava esse caminho na década de 1970, quando havia restrições para mulheres no esporte. Com o tempo, a participação feminina em jogos masculinos foi aumentando, culminando na histórica inclusão de árbitras na Copa do Mundo masculina de 2022.
Na Copa do Catar, seis árbitras foram escolhidas entre 129 profissionais, mas o protagonismo delas foi limitado. Stéphanie Frappart, Yoshimi Yamashita e Salima Mukansanga apitaram apenas duas das 64 partidas. O restante do tempo, elas atuaram em funções secundárias, como assistentes ou no VAR. Apesar do aumento no número de países participantes para 2026, o número de árbitras selecionadas permanece o mesmo, o que reduz sua representatividade. A expectativa é que a Fifa reavalie essa questão e ofereça mais oportunidades a essas profissionais corajosas.
As próximas competições prometem ser emocionantes, e os torcedores podem acompanhar os jogos pela TV e plataformas de streaming. A tabela oficial das competições está disponível nos sites das federações, onde também é possível comprar ingressos para os jogos. Com a evolução do futebol e a luta por mais igualdade, as próximas temporadas podem trazer novidades tanto dentro de campo quanto na arbitragem, que ainda precisa superar preconceitos e resistências. A esperança é que a inclusão feminina se amplie, garantindo mais espaço e reconhecimento no esporte.