A Justiça Federal de São Paulo decidiu que o contrato de patrocínio de R$ 7 milhões entre a Petrobras e a Federação Paulista de Futebol (FPF), voltado para o fortalecimento do futebol feminino, é totalmente regular. A sentença foi divulgada nesta segunda-feira (30) pelo juiz Gabriel Hillen Albernaz Andrade, que rejeitou uma ação popular apresentada por Joel dos Passos Mello, que questionava a legalidade do acordo e as mudanças no estatuto da FPF que permitem mais de uma reeleição para o presidente da entidade.
O juiz deixou claro que a Justiça não deve interferir em mudanças feitas em estatutos de entidades privadas e destacou que contratos de patrocínio não se enquadram nas proibições da Lei Geral do Esporte. Segundo ele, o contrato entre Petrobras e FPF não se encaixa nas restrições da lei, tornando irrelevante a alteração estatutária contestada. Essa decisão é a segunda em favor da FPF e da Petrobras, já que, no final do ano passado, o Tribunal de Contas da União (TCU) também arquivou uma ação semelhante sobre este mesmo contrato.
Para quem acompanha o futebol feminino, essa notícia é um sinal positivo para o crescimento da modalidade, que vem ganhando cada vez mais espaço e investimento. Com essa grana, a expectativa é que a FPF amplie suas iniciativas e torne o campeonato ainda mais competitivo. Para ficar por dentro dos próximos jogos e eventos, os torcedores podem acompanhar as atualizações nos sites oficiais da FPF e da CBF, além das redes sociais das equipes.
Os próximos passos incluem a continuidade do planejamento de competições e o desenvolvimento de programas que visem a melhoria das condições para jogadoras e times. A expectativa é que, com o apoio dessa parceria, o futebol feminino no Brasil se fortaleça ainda mais, conquistando novos torcedores e patrocinadores.