No último sábado (24), o escalador norte-americano Alex Honnold fez história ao escalar o Taipei 101, um prédio de 508 metros em Taiwan, em um evento transmitido ao vivo pela Netflix. Essa façanha gerou debates sobre os limites da exposição do esporte e os riscos envolvidos em mostrar alguém se aventurando em uma escalada sem cordas na frente de milhões de espectadores. Para evitar a exibição de imagens violentas, a transmissão teve um pequeno atraso, mas mesmo assim, as cenas foram de tirar o fôlego.
Honnold, conhecido por suas escaladas free-solo, já havia conquistado o público com o documentário “Free Solo”, que levou o Oscar em 2019. Durante a escalada no Taipei 101, ele demonstrou habilidades impressionantes, como tirar as mãos e ficar suspenso apenas pelas pernas, além de interagir com a multidão durante a subida. O público assistia, segurando a respiração a cada movimento arriscado, enquanto Honnold enfrentava as dificuldades da fachada ornamentada do edifício, incluindo momentos de escalada negativa.
Quem está interessado em acompanhar as próximas aventuras de Honnold pode ficar ligado na Netflix, que provavelmente trará mais conteúdo sobre escaladas e esportes radicais. Para os fãs de escalada, é importante ressaltar que essas exibições não são apenas entretenimento, mas também uma oportunidade de aprender sobre a técnica e o treino que envolvem essa prática. As redes sociais também são uma plataforma onde escaladores compartilham suas experiências e dão dicas para iniciantes, algo essencial para garantir a segurança na escalada.
Nos próximos dias, Honnold deve continuar sua rotina de treinos e desafios. Embora tenha conquistado notoriedade e suporte financeiro significativo, ele ainda enfrenta a pressão de ser um ícone em um esporte que exige tanto técnica quanto responsabilidade. A discussão sobre a representação do esporte e os riscos continua, mas o impacto de suas ações na comunidade de escaladores é inegável.