February 11, 2026
Esporte

“Proposta de boicote à Copa do Mundo nos EUA é considerada ingênua” – 23/01/2026 – Marina Izidro

  • janeiro 23, 2026
  • 0

Nos últimos dias, uma nova polêmica começou a ganhar espaço nas conversas sobre a Copa do Mundo de Futebol, marcada para junho nos Estados Unidos, Canadá e México.

“Proposta de boicote à Copa do Mundo nos EUA é considerada ingênua” – 23/01/2026 – Marina Izidro

Nos últimos dias, uma nova polêmica começou a ganhar espaço nas conversas sobre a Copa do Mundo de Futebol, marcada para junho nos Estados Unidos, Canadá e México. Donald Trump, ex-presidente dos EUA, fez declarações polêmicas sobre segurança e até ameaçou cidades-sede, o que gerou um debate sobre possíveis boicotes ao torneio. A situação se intensificou com a sua recente ameaça de anexar a Groenlândia, levando alguns políticos europeus a sugerirem que boicotar o Mundial seria uma forma de retaliação. Apesar das especulações, poucos nomes de peso estão por trás dessa proposta.

Historicamente, boicotes esportivos já aconteceram em diversas edições de Jogos Olímpicos e Copas do Mundo. Um exemplo notável foi durante a Guerra Fria, quando a União Soviética e os Estados Unidos se boicotaram mutuamente em 1980 e 1984. Mais recentemente, houve pedidos para boicotar a Copa da Rússia em 2018 e a do Catar em 2022, mas a questão persiste: um boicote realmente muda algo na geopolítica? Na prática, ele costuma afetar, principalmente, os atletas que se dedicam para representar seus países.

Sobre a Copa do Mundo que se aproxima, a Confederação de Futebol da Holanda afirmou que a posição política deve ser debatida pelo governo, enquanto a ministra do Esporte da França descartou qualquer possibilidade de boicote. No Reino Unido, o apoio ao Mundial permanece firme, e decisões que possam prejudicar o evento são consideradas impopulares. Para quem está ansioso para acompanhar os jogos, as informações sobre ingressos e transmissões ainda estão em definição, mas é certo que a paixão pelo futebol continuará a prevalecer, independentemente das polêmicas. A FIFA e outras organizações esportivas precisam se adaptar a esse novo cenário, onde política e esportes estão mais interligados do que nunca.

Leave a Reply

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *