Recentemente, os Estados Unidos realizaram um ataque à Venezuela, resultando na queda do governo de Nicolás Maduro. Apesar da gravidade da situação, no futebol, a realidade continua a mesma. De acordo com a Conmebol, até agora, não há planos de boicote aos times norte-americanos ou venezuelanos. A Venezuela, que não se classificou para a Copa do Mundo de 2026, que terá os EUA como uma das sedes, segue com seu calendário esportivo. O Campeonato Nacional está programado para começar em 29 de janeiro.
Os clubes venezuelanos estão em funcionamento normal, com o Deportivo Táchira se preparando para enfrentar o Strongest, da Bolívia, na fase pré-Libertadores, que inicia no dia 3 de fevereiro. No entanto, a maior preocupação gira em torno da segurança para os times visitantes jogarem na Venezuela. Com a instabilidade política, a Conmebol pode considerar a possibilidade de transferir as partidas para campos neutros, como Colômbia, Peru ou Equador, caso as condições de segurança não sejam garantidas.
No cenário internacional, as competições como a Libertadores e a Sul-Americana podem ser impactadas, dependendo da evolução da situação no país. A Conmebol está atenta e poderá tomar decisões drásticas, como a exclusão dos clubes, se houver impossibilidade de deslocamento ou fechamento de aeroportos. Portanto, a situação continua em observação e a comunidade esportiva espera por desdobramentos que possam afetar o calendário e a logística das competições.
Os torcedores devem acompanhar as notícias para saber como a situação se desenrolará e quais medidas serão adotadas pelas autoridades esportivas.