No último sábado (22), uma vigília em Brasília convocada pelo senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) para mostrar apoio a Jair Bolsonaro (PL) gerou momentos de tensão. Um homem que se apresentou como pastor, Ismael Lopes, aproveitou a ocasião para criticar o ex-presidente, afirmando que ele “abriu 700 mil covas” durante a pandemia e pedindo sua condenação no caso da suposta trama golpista. Essa fala não foi bem recebida pelos bolsonaristas presentes, que começaram a hostilizar Lopes. A situação se agravou, e ele foi agredido antes de ser retirado do local pela polícia, que usou spray de pimenta para controlar a situação.
A vigília contou com a presença de políticos aliados e centenas de apoiadores, incluindo o irmão de Flávio, Carlos Bolsonaro, além de figuras como o senador Rogério Marinho (PL-RN) e os deputados Helio Lopes (PL-RJ) e Bia Kicis (PL-DF). Flávio criticou duramente a decisão do ministro Alexandre de Moraes, do STF, que determinou a prisão preventiva de Jair Bolsonaro, citando a vigília como um dos motivos para essa medida, devido ao potencial risco à ordem pública. Ele também defendeu um projeto de anistia que poderia beneficiar seu pai e outros envolvidos no caso.
Quem quiser acompanhar as próximas movimentações sobre o caso pode acessar os sites oficiais do Senado e da Câmara dos Deputados, onde são divulgadas informações sobre as sessões e audiências públicas. Além disso, canais de denúncia estão disponíveis para relatar quaisquer incidentes relacionados ao tema.
Os próximos passos incluem a tramitação do projeto de anistia e possíveis novas audiências sobre a situação de Jair Bolsonaro. A expectativa é que esses desdobramentos ocorram nas próximas semanas, à medida que as autoridades e os parlamentares continuem a discutir os impactos e as implicações das ações em curso.