January 14, 2026
Política

Aliados comentam reação de Bolsonaro ao uso de tornozeleira eletrônica em 22 de novembro de 2025

  • novembro 22, 2025
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No último sábado (22), o ex-presidente Jair Bolsonaro teve sua prisão preventiva decretada pelo ministro Alexandre de Moraes, do STF, após uma tentativa de violar sua tornozeleira eletrônica.

Aliados comentam reação de Bolsonaro ao uso de tornozeleira eletrônica em 22 de novembro de 2025

No último sábado (22), o ex-presidente Jair Bolsonaro teve sua prisão preventiva decretada pelo ministro Alexandre de Moraes, do STF, após uma tentativa de violar sua tornozeleira eletrônica. A situação ocorreu em Brasília e foi marcada por uma aglomeração em frente ao condomínio onde Bolsonaro mora, o que, segundo Moraes, poderia facilitar uma fuga. Políticos e aliados do ex-presidente tentaram justificar o comportamento dele, alegando que ele estava em casa na noite anterior e que o suposto surto poderia ter sido causado por problemas no equipamento.

A Secretaria de Administração Penitenciária (Seape) do Distrito Federal confirmou que, às 0h08 do sábado, houve uma violação na tornozeleira de Bolsonaro. O relato inicial indicava que ele teria batido o dispositivo na escada, mas, após a análise do equipamento, a Seape encontrou sinais de queimadura, indicando que ele havia tentado romper a tornozeleira com um ferro de soldar. Durante a investigação, Bolsonaro admitiu ter usado a ferramenta, afirmando que foi por curiosidade.

Após a divulgação do vídeo e do relatório da Seape, as justificativas de seus aliados mudaram, e muitos passaram a apontar que o comportamento de Bolsonaro era incomum e poderia ser explicado por um “surto”. Enquanto isso, o advogado do ex-presidente, Paulo Cunha Bueno, não forneceu uma explicação clara sobre a violação, mas criticou a narrativa que estava sendo criada em torno do caso.

Para quem deseja acompanhar as atualizações sobre o processo, é possível seguir as sessões do STF pela internet e acessar documentos oficiais. O próximo passo envolve a análise do caso pelos órgãos competentes e a continuidade da fiscalização sobre as condições de monitoramento de Bolsonaro, que está em prisão domiciliar desde 4 de agosto.

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